O que é?
Os Governos de todo o mundo estão buscando inovação, oferecer melhores serviços, ser mais eficientes e garantir a participação dos cidadãos nas decisões do Estado.
A Governança Digital é a utilização, pelo setor público, de tecnologias da informação e comunicação com o objetivo de melhorar a informação e a prestação de serviços, incentivando a participação dos cidadãos no processo de tomada de decisão e tornando o governo mais responsável, transparente e eficaz.
A EGD esteve em consulta até o dia 19 de Julho de 2015,
confira aqui o histórico das contribuições.
Conheça também o Decreto Nº 8.638, de 15, de Janeiro de 2016 e a versão final da Estratégia de Governança Digital da Administração Federal (2016-2019).
190 Participantes
Diônifer Alan da Silveiraundef
Mariel Zassoundef
andre luiz da silvaundef
Rodrigo Vieiraundef
Ricardo Poppiundef
Manuela Iris dos Santosundef
Fabricio Bonecini de Almeidaundef
Adriana Borgesundef
Hugo Dionizio Santosundef
Valessio Britoundef
Everton Batista dos Santosundef
Luiz Brazundef
Anderson da Silva Costaundef
Germana Gladysundef
Números
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Estão por vir
Estratégia de Governo Digital 2020-2021
11/1/2019Estratégia de Governo Digital - 2020 a 2021
Revisão da EGD 2018-2019
4/9/2018
Revisão da EGD 2018-2019
4/3/2018
Resultados brutos do pairwise (priorização de ideias)
7/21/2015
Estratégia de Governança Digital da Administração Pública Federal 2015-19
7/3/2015 
Em andamento
Finalizadas
Estratégia de Governo Digital 2020-2021
11/1/2019Estratégia de Governo Digital - 2020 a 2021
Revisão da EGD 2018-2019
4/9/2018
Revisão da EGD 2018-2019
4/3/2018
Resultados brutos do pairwise (priorização de ideias)
7/21/2015
Estratégia de Governança Digital da Administração Pública Federal 2015-19
7/3/2015 

Discussions
Estratégia de Governo Digital - Resultados da Consulta Pública
2/10/2020Na Era da Informação e da Comunicação, o Governo Precisa ser 100% Digital, já estamos atrasados, precisamos de Eficácia e Eficiência na Gestão Pública !
A Participação da População é Fundamental para uma Gestão Descentralizada e Eficaz !
Todos os Processos e Documentos Públicos devem ser Informatizados e Assinados Digitalmente pelos Responsáveis e Acessíveis para População Priorizar, Avaliar, Sugerir, Fiscalizar, ... !
"Este documento apresenta a Estratégia de Governo Digital para os anos 2020 a 2021. Descreve a Elaboração da Estratégia e os participantes do processo. Apresenta aEGD, seus eixos e princípios.
plano de dados abertos, planos digitais, plano diretores de TIC, programa de integridade, dentre outros instrumentos de gestão e acompanhamento institucionais.
Há o desdobramento dela em (tirar o dela e escrever o seu desdobramento)
PDA (sem apóstrofo e sem s)
O modelo conceitual da E-Digital se baseia em dois grandes grupos de eixos temáticos: eixos habilitadores e eixos de transformação digital.
As ações específicas foram agrupadas nos eixos de Transformação digital da economia; e Transformação digital do governo (com vistas ao pleno exercício da cidadania no mundo digital e à prestação de serviços à sociedade).
Assim,como sugeri no item acima este parágrafo ficaria em sessão específica.
Como a sociedade participará diretamente da evolução dos canais e dos serviços digitais?
1) uma preocupação com a universalização da prestação de serviços, por canais digitais ou presenciais, apoiados por TI.
2) Avaliação da possibilidade de exclusão de cidadãos quando serviços forem disponibilizados exclusivamente na forma digital;
3) políticas públicas que visem ultrapassar divisões digitais já conhecidas: - idade - renda- gênero - territoriais - educação formal ...
Índice Global de Cibersegurança (GCI) é uma referência que mede o compromisso dos países com a cibersegurança em nível global. O nível de desenvolvimento ou engajamento de cada país é avaliado em cinco pilares: (i) Medidas legais, (ii) Medidas técnicas, (iii) Medidas organizacionais, (iv) ) Capacitação e (v) Cooperação - e depois agregados a uma pontuação geral.
O Brasil figura na 67a posição no estudo de 2018.
É importante destacar que alguns destes indicadores apresentados são considerados para fim de monitoramento da e-Digital.
Global Innovation Index (GII) -
O estudo de 2019 apontou queo Brasil ocupa o 66º lugar na lista de 129 países, atrás de todos países do BRIC e caiu duas posições a partir de 2018.
Houve momentos de várias medidas fiscais destinadas a apoiar a inovação, mas nenhuma teve um grau suficiente de continuidade. "O Brasil também não produz talento suficiente para implementar, desenvolver e produzir inovação. As carreiras em ciência e tecnologia não atraem tantas pessoas - principalmente as meninas - como você pode ver em outros países", ressalta
O GII é um ranking anual dos países por sua capacidade e sucesso em inovação. É publicado pela Universidade de Cornell, INSEAD, e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, em parceria com outras organizações e instituições.
Baseia-se em dados subjetivos e objetivos derivados de várias fontes, incluindo a União Internacional de Telecomunicações, o Banco Mundial e Fórum Econômico Mundial. É comumente usado por funcionários de empresas e governos para comparar países por seu nível de inovação.
Ele é calculado considerando uma média simples das pontuações em dois subíndices, o Índice de Insumos da Inovação e o Índice de Resultados da Inovação.
- Introduzir uma recomendação open-source-by-default sobre o desenvolvimento de serviços digitais;
- Imperativo multicanal, garantindo que os serviços sejam fornecidos por meio de vários canais (por exemplo, plataformas on-line, aplicativos para dispositivos móveis, quiosques, APIs, face-a-face ou telefone);
- Princípio Único, estabelecendo as condições normativas para que esse princípio seja adotado e se torne um mecanismo para aumentar a conveniência dos usuários e promova a reutilização de dados e informações entre setores e níveis de governo;
- Padrão de serviço digital para focar na integração de processos, troca e reutilização de dados entre setores e níveis de governo;
(Recomendação da Avaliação por Pares de Governo Digital da OCDE)
VIII - garantir a acessibilidade de conteúdo para pessoas com deficiência". A acessibilidade será contemplada.
adaptado das Estratégias da Dinamarca e da Coreia do Sul.
"Governo apto para a era digital"
Um governo moderno e desburocratizado, que atua na definição de um marco legal de governo digital de convergência e devanguarda tecnológica, atuando para que seus serviços sejam totalmente digitais, em todas as etapas,sem interrupção, trabalhando para que o cidadão usufrua melhor de seu tempo e consuma serviçosde forma objetiva e simples. Ele cria condições para que a transformação digital do Estado Brasileiro seja efetiva.
E Através de um Sistema Público de Atendimento ao Cidadão, Documentado com Protocolo e Prazo para Definições de Entidades Responsáveis, Respostas, Soluções, Avaliações... !
Iniciativa 5: Planejamento aberto e participativo da sociedade.
Indicador: Quantidade de projetos com backlog, ações passadas e futuras a serem realizadas, cronograma entre outros mecanismos.
Meta: Disponibilizar meios para o cidadão dar sua opinião para priorizar ações nos projetos
Iniciativa 14.1: Fazer parcerias para a construção de aplicações de controle social, por meio de 3 datathons/hackathons realizados até 2022.
Responsabilidade: Implementação pela STPC/CGU.
Iniciativa 14.2: Aprimorar os meios de participação social, disponibilizando a nova plataforma até 2021.
Responsabilidade: Implementação pela SEAS/SEGOV/PR.
Iniciativa 6 - Priorização de projetos do governo pelo cidadão.
Iniciativa 14.1: Fazer parcerias para a construção de aplicações de controle social, por meio de 3 datathons/hackathons realizados até 2022.
Responsabilidade: Implementação pela STPC/CGU.
Iniciativa 14.2: Aprimorar os meios de participação social, disponibilizando a nova plataforma até 2021.
Responsabilidade: Implementação pela SEAS/SEGOV/PR.
Iniciativa 14.1: Fazer parcerias para a construção de aplicações de controle social, por meio de 3 datathons/hackathons realizados até 2022.
Responsabilidade: Implementação pela STPC/CGU.
Iniciativa 14.2: Aprimorar os meios de participação social, disponibilizando a nova plataforma até 2021.
Responsabilidade: Implementação pela SEAS/SEGOV/PR.
Iniciativa 14.1: Fazer parcerias para a construção de aplicações de controle social, por meio de 3 datathons/hackathons realizados até 2022.
Responsabilidade: Implementação pela STPC/CGU.
Iniciativa 14.2: Aprimorar os meios de participação social, disponibilizando a nova plataforma até 2021.
Responsabilidade: Implementação pela SEAS/SEGOV/PR.
Uma iniciativa melhor seria disponibilizar os meios para qual foi definido essa política pública. Se for um Jupyter notebook para ser reproduzido pela sociedade e os dados ou outro mecanismo como memória de cálculo até uma simples query SQL
Prefiro: 100% das bases prioritárias do catálogo de dados categorizadas até 2021
Idosos, PNE, comunidades etc poderiam ser boas ideias
Essa iniciativa acelera e muito o processo de digitização de serviços
1) É importante o desenvolvimento de um mecanismo de busca eficiente que localize os serviços para o cidadão.
2) desenvolvimento de recomendações para o desenvolvimento de páginas para os estados e municípios e mesmo para serviços governamentais que permitam a indexação e localização por mecanismos de busca genéricos.
3) Seria interessante explicar a ideia de centralização no gov.br por que a
Indicador: a definir
Meta: todos os sistemas acessíveis
Responsável: ME
Sugestão: quantidade de serviços com aperfeiçoamento das suas informações
Algumas pessoas do grupo entenderam que deveria ser substituído acesso único por LOGIN único.
2) Adequar os portais para que possam ser usados em aparelhos móveis, e deixar de haver versão portal, versão app
- O indicador de tempo está ok. A nova redação é "Iniciativa 1.2: Simplificar e agilizar a abertura, alteração e extinção de empresas no Brasil, realizando estes procedimentos em 1 dia, até 2022."
Por que esta iniciativa é prioritária como serviço público?
A classificação de prioridade foi retirada do documento.
diisponibilidade que consequentemente também tem relação com a disponibilidade das plataformas hospedadas nos datacenters. Pode se estudar a destribuição de carga/redundância das plataformas nos datacenters disponiveis garantindo assim uma maior disponibilidade do recurso.
O percentual de disponibilidade não leva em conta que a exigência por disponibilidade depende da natureza da informação ou do serviço que é disponibilizado.
Iniciativa 11.1: Garantir, no mínimo, 99% de disponibilidade das plataformas compartilhadas de governo digital, até 2022.
Responsabilidade: Implementação pela SGD/ME.
Iniciativa 11.2: Monitorar, no mínimo, 80% dos riscos de segurança cibernética nas plataformas compartilhadas de governo digital.
Responsabilidade: Implementação pela SGD/ME, com o suporte do DSIC/GSI/PR.
Iniciativa 11.3: Definir padrão mínimo de segurança cibernética a ser aplicado nos canais e serviços digitais
Responsabilidade: Implementação pelo DSIC/GSI/PR, com o suporte da SGD/ME.
Trabalhar na Cultura Organizacional é um excelente mecanismo! As pessoas precisam comprar a ideia de inovação, precisam se sentir valorizadas e importantes para a implantação do projeto. Poderia se criar um Motor 2 em cada repartição, tipo uma zona de desentoxicação da mundo analógico para a realidade digital.
Algumas sugestões:
- Disseminar princípios de Transformação Digital
- Escolher projetos emblemáticos de Transformação Digital como casos-exemplo
2 - Concurso Público.
3 - Contratação de ATIs.
2 - Concurso Público realizado com lista de aprovados até Junho de 2021.
3 - Contratação de ATIs até Dezembro de 2021.
O termo “serviços de computação em nuvem” se refere ao acesso de rede por demanda a um conjunto compartilhado de recursos de computação configuráveis (e.g., redes, servidores, software, aplicativos, equipamentos e serviços de armazenamento). A computação em nuvem permite que esses recursos sejam rapidamente provisionados e liberados com esforços administrativos mínimos por parte da contratante. Os serviços de computação em nuvem proporcionam maior capacidade computacional, maior disponibilidade e resiliência de dados, e níveis de segurança melhores, reduzindo, ao mesmo tempo, os custos de TI em comparação aos modelos on-premise .
Na medida em que há uma enorme variedade de serviços possíveis, cada qual demandando características técnicas específicas, a reunião de todo e qualquer serviço de nuvem em um único data center ou mesmo em um único país inviabiliza economicamente o modelo, além de ser contra a sua própria característica. Vale apontar para os custos decorrentes da localização forçada de dados, que são não só significativos quanto evitáveis, segundo as conclusões do Leviathan Security Group em seu relatório . Ao analisar os custos dos servidores de nuvem no Brasil, o documento concluiu que qualquer organização teria que pagar em média 54% a mais para usar os serviços de nuvem de provedores locais de soluções em nuvem em comparação àqueles localizados no exterior. Frente a esta informação, não podemos nos olvidar que esses impactos onerosos Brasil inevitavelmente refletirão nas contas públicas, tomando inclusive um direcionamento contrário aquele que o governo brasileiro tem almejado de equilíbrio fiscal.
Além disso, a exigência de localização de dados não é o fator que garante segurança, mas sim o método tecnológico e procedimental de armazenamento e de transferência de dados, assim como o tipo de tecnologia utilizada, conhecimento dos usuários, conscientização de stakeholders e boas práticas institucionais que determinam quão seguro está a informação. Por fim, a exigência de localização de dados no Brasil prejudicará a capacidade dos órgãos do governo brasileiro de inovar e ter acesso a novas tecnologias de ponta. Existem muitos serviços inovadores e tecnologias de ponta que não são fornecidas localmente; e são prestadas apenas em outras regiões onde a tecnologia é mais avançada e menos dispendiosa.
Classificação ANSI/BICSI 002: F0, F1, F2, F3 e F4
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